sábado, 30 de agosto de 2008

Maldita Gaita.


Ao som de uma gaita desafinada, já não há mais escolha, as inúmeras opções foram enterradas em covas rasas.
Lá fora ficaram os dias de glória, em preto e branco vejo a minha existência ser cobrada por hora. Nesse mesmo preto e branco, vejo o silêncio dominar o medo de luta.
É transparente, é cômico, como é fácil dominar, eu, você. Como um silêncio gritante, nossa existência tem um preço (taxado em dólar, hehe), mas o que eu ganho com isso se nem no clubinho (serasa, spc, derivados e é claro Casas Bahia) meu nome vai estar registrado? Quem irá lembrar de mim amanhã?
Bom, creio que o arquivo (morto) de algum cemitério.

Talvez eu nunca ouça a gaita tocar com harmonia mesmo.

Juliana Sopmac

3 comentários:

Anônimo disse...

ju!!
eu vo lembra!!!
LI!!!
não fica brava mas a ju mora no meu coraçãozinho!!
mto mto mto msmm!!!!!
no b0m sentido!!!!


ju!!
tu eh foda mano!!!!!!
adoro vc!!!


;***

Anônimo disse...

LI, não et conheçio, mas de tanto a JU me fala ja me simpatizo com vc!!!

Anônimo disse...

perdão dos erros gramaticas, to ruim, se eh q vc me entendeee