
Ao som de uma gaita desafinada, já não há mais escolha, as inúmeras opções foram enterradas em covas rasas.
Lá fora ficaram os dias de glória, em preto e branco vejo a minha existência ser cobrada por hora. Nesse mesmo preto e branco, vejo o silêncio dominar o medo de luta.
É transparente, é cômico, como é fácil dominar, eu, você. Como um silêncio gritante, nossa existência tem um preço (taxado em dólar, hehe), mas o que eu ganho com isso se nem no clubinho (serasa, spc, derivados e é claro Casas Bahia) meu nome vai estar registrado? Quem irá lembrar de mim amanhã?
Bom, creio que o arquivo (morto) de algum cemitério.
Lá fora ficaram os dias de glória, em preto e branco vejo a minha existência ser cobrada por hora. Nesse mesmo preto e branco, vejo o silêncio dominar o medo de luta.
É transparente, é cômico, como é fácil dominar, eu, você. Como um silêncio gritante, nossa existência tem um preço (taxado em dólar, hehe), mas o que eu ganho com isso se nem no clubinho (serasa, spc, derivados e é claro Casas Bahia) meu nome vai estar registrado? Quem irá lembrar de mim amanhã?
Bom, creio que o arquivo (morto) de algum cemitério.
Talvez eu nunca ouça a gaita tocar com harmonia mesmo.
Juliana Sopmac

3 comentários:
ju!!
eu vo lembra!!!
LI!!!
não fica brava mas a ju mora no meu coraçãozinho!!
mto mto mto msmm!!!!!
no b0m sentido!!!!
ju!!
tu eh foda mano!!!!!!
adoro vc!!!
;***
LI, não et conheçio, mas de tanto a JU me fala ja me simpatizo com vc!!!
perdão dos erros gramaticas, to ruim, se eh q vc me entendeee
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