sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Era uma vez...


A noite só embala a loucura de mais uma jovem senhora que pela vida toda se ocultou.
Seu destino foi voltado à suspensa corda do amor,
essa “tal” corda se arrebentou,
e o que era dia, noite virou.

Envolvida pela noite mais linda, seu desejo de morte a tomou,
seu melhor vestido colocou,
e ao encontro de seu eterno amor,
pela forma mais dolorosa, à decisão de suicídio a tomou.

A música mais linda que um dia a sua história de amor embalou,
com preces fúnebres pela última vez soou,
degustando a dor de tomar o último cálice de vinho
sozinha,
olhando uma velha fotografia ,
suas últimas lágrimas,
pelos poros do seu rosto se espalhou.
sem olhar para trás sua casa deixou.

Em meio a sua memória
Um filme até chegar ao seu destino (uma ponte),
se passou...

A jovem senhora se arrependeu de
não lutar pelo seu amor,
a jovem senhora se arrependeu de não lutar
por aquilo que a sua mulher sempre lutou (até a morte).
A liberdade dos sonhos da igualdade de construir uma grande história de amor (sem se privar, andar de mãos dadas, não temendo a loucura de amar).
Em meio à nostalgia de sua vida,
com seus braços abertos se equilibrando no corrimão,

sua hora chegou...

Juliana Sopmac.

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